A beleza é um dos atributos divinos. Deus colocou nos seres e nas coisas esse misterioso encanto que nos atrai, nos seduz, nos cativa e enche a alma de admiração, às vezes de entusiasmo.
A arte é a busca, o estudo, a manifestação dessa beleza eterna, da qual aqui na Terra não percebemos senão um reflexo. Para contemplá-la em todo o seu esplendor, em todo o seu poder, é preciso subir de grau em grau em direção à fonte da qual ela emana, e esta é uma tarefa difícil para a maioria de nós. Ao menos podemos conhecê-la através do espetáculo que o universo oferece aos nossos sentidos, e também através das obras que ela inspira aos homens de talento.
O espiritismo vem abrir para a arte novas perspectivas, horizontes sem limites. A comunicação que ele estabelece entre os mundos visível e invisível, as informações fornecidas sobre as condições da vida no Além, a revelação que ele nos traz das leis superiores de harmonia e de beleza que regem o universo, vem oferecer a nossos pensadores, a nossos artistas, inesgotáveis temas de inspiração.
A observação dos fenômenos de aparição proporciona a nossos pintores imagens da vida fluídica, das quais James Tissot já pôde tirar proveito nas ilustrações de sua Vie de Jésus (Vida de Jesus). Oradores, escritores, poetas, encontrarão nesses fenômenos uma fonte fecunda de idéias e de sentimentos. O conhecimento das vidas sucessivas do ser, sua ascensão dolorosa através dos séculos, o ensinamento dos espíritos a respeito dessa grandiosa questão do destino, lançarão, em toda a história, uma inesperada luz, e fornecerão ainda aos romancistas, aos poetas, temas de drama, móbeis de elevação, todo um conjunto de recursos intelectuais que ultrapassarão em riqueza tudo o que o pensamento já pôde conhecer até o momento.
Quando refletimos a respeito de tudo o que o espiritismo traz à humanidade, quando meditamos nos tesouros de consolação e de esperança, na mina inesgotável de arte e de beleza que ele vem lhe oferecer, sentimo-nos cheios de piedade pelos homens ignorantes e pérfidos cujas malévolas críticas não tem outra finalidade senão tirar o crédito, ridicularizar e até mesmo sufocar a idéia nascente cujos benefícios já são tão sensíveis. Evidentemente essa idéia, em sua aplicação, necessita de um exame, de um controle rigoroso, mas a beleza que dela se desprende revela-se deslumbrante a todo pesquisador imparcial, a todo observador atento.
O materialismo, com sua insensibilidade, havia esterilizado a arte. Esta arrastava-se na estreiteza do realismo sem poder elevar-se ao máximo da beleza ideal. O espiritismo vem dar-lhe novo curso, um impulso mais vivo em direção às alturas, onde ela encontra a fonte fecunda das inspirações e a sublimidade do gênio.
O objetivo essencial da arte, já dissemos, é a busca e a realização da beleza; é, ao mesmo tempo, a busca de Deus, uma vez que Deus é a fonte primeira e a realização perfeita da beleza física e moral.
Quanto mais a inteligência se purifica, se aperfeiçoa e se eleva, mais se impregna da idéia do belo. O objetivo essencial da evolução será, portanto, a busca e a conquista da beleza, a fim de realizá-la no ser e em suas obras. Tal é a regra da alma em sua ascensão infinita.
Já aí impõe-se a necessidade das existências sucessivas como meio de adquirir, através de esforços contínuos e graduais, um sentido cada vez mais preciso do bem e do belo. O inicio é modesto aqui no plano terrestre: a alma prepara-se primeiramente através de tarefas humildes, obscuras, apagadas; em seguida, pouco a pouco, em novas etapas, o espírito adquire a dignidade de artista. Mais além ainda, ele se abrirá às concepções amplas e profundas, que são privilégio dos gênios, e tornar-se-a capaz de realizar a lei suprema da beleza ideal.
Na Terra nem todos os artistas inspiram-se nesse ideal superior. A maior parte limita-se a imitar o que chamam "a natureza", sem se aperceberem de que é apenas um dos aspectos da obra divina. Porém no espaço a arte se reveste, ao mesmo tempo, das mais sutis e mais grandiosas formas, e ilumina-se com um reflexo divino.
É por esse motivo que neste estudo fizemos questão de consultar sobretudo nossos espíritos guias, de recolher e resumir seus ensinamentos. Nos domínios onde eles vivem, as fontes de inspirações são mais abundantes, o campo de ação amplia-se; o pensamento, a vontade, o poder supremo afirmam-se e resplandecem com mais intensidade.
*
A arte, sob suas diversas formas, é a expressão da beleza eterna, uma manifestação da poderosa harmonia que rege o universo; é a irradiação do Alto que dissipa as brumas, as obscuridades da matéria, e faz-nos entrever os planos da vida superior. Ela é, por si mesma, rica em ensinamentos, em revelações, em luz. Ela encaminha a alma para as regiões da vida espiritual, que é sua verdadeira vida, e a que ela aspira a reencontrar um dia.
A arte bem compreendida é poderoso meio de elevação e renovação. É a fonte das mais puras alegrias; ela embeleza a vida, sustenta e consola nas provas e traça com antecedência para o espírito os caminhos do céu. Quando ela é sustentada, inspirada por uma fé sincera, por um nobre ideal, a arte é sempre uma fonte fecunda de instrução, um meio incomparável de civilização e aperfeiçoamento.
Porém, com bastante frequência nos dias atuais, ela é aviltada, desviada de seu objetivo, subjugada a mesquinhas teorias de escola e é sobretudo considerada um meio de se chegar à fortuna, às honras terrestres. E empregada para lisonjear as más paixões, para superexcitar os sentidos e assim faz-se dela um meio de rebaixamento.
Quase todos aqueles que receberam a sagrada missão de encaminhar as almas para a perfeição esquivaram-se dessa tarefa. Tornaram-se culpados de um crime ao se recusarem a instruir e a iluminar as sociedades e ao perpetuarem a desordem moral e todos os males que recaem sobre a humanidade. Assim explicam-se a decadência da arte em nossa época e a ausência de obras fortes.
O pensamento de Deus é a fonte das altas e sãs inspirações. Se nossos artistas soubessem dai extrair algo, encontrariam o segredo das obras imperecíveis e as maiores felicidades. O espiritismo vem oferecer-lhes os recursos espirituais dos quais nossa época necessita para regenerar-se. Ele nos faz compreender que a vida, em sua plenitude, não e outra coisa senão a concepção e a realização da beleza eterna.
Viver, é sempre subir, sempre crescer, sempre desenvolver em si o sentimento e a noção do belo.
As grandes obras não são elaboradas senão no recolhimento e no silêncio, ao preço de longas meditações e de uma comunhão mais ou menos consciente com o mundo superior. A algazarra das cidades pouco convém à elevação do pensamento; ao contrário, a calma da natureza, a profunda paz das montanhas, facilitam a inspiração e favorecem a eclosão do gênio. Assim verifica-se uma vez mais o provérbio árabe: o ruído pertence aos homens, o silêncio pertence a Deus!
O espírita sabe que imenso auxílio a comunhão com o Além, com os espíritos celestes, oferece ao artista, ao escritor, ao poeta. Quase todas as grandes obras tiveram colaboradores invisíveis.
Essa associação fortifica-se e acentua-se através da fé e da prece. Estas permitem que as forças do Alto penetrem mais profundamente em nós e impregnem todo o nosso ser. Mais do que qualquer outro, o espírita sente as poderosas correntes que passam nas frontes pensativas e inspiram idéias, formas, harmonias, que são como o material do qual o gênio se servirá para edificar sua soberba obra.
A consciência dessa colaboração dá a medida de nossa fraqueza; ela nos faz compreender que parcela vem da influência de nossos irmãos mais velhos, de nossos guias espirituais, daqueles que, do espaço, debruçam-se sobre nós e nos assistem nos trabalhos. Ela nos ensina a nos mantermos humildes no sucesso. É o orgulho do homem que esgotou a fonte das grandes inspirações. A vaidade, defeito de muitos artistas, torna insensível o espírito e afasta as grandes almas que consentiriam em protegê-los. O orgulho forma como que uma barreira entre nós e as forças do Além.
O artista espírita tem consciência de sua própria indigência, porém sabe que acima de si abre-se um mundo sem limites, pleno de riquezas, de tesouros incalculáveis, perto dos quais todos os recursos da Terra são apenas pobreza e miséria. O espírita tem também conhecimento de que esse mundo invisível, se deste ele souber tornar-se digno purificando seu pensamento e seu coração, pode tomar mais intensa a ação do Alto, fazê-lo participar de suas riquezas através da inspiração e da revelação, e dela impregnar obras que serão como que um reflexo da vida superior e da glória divina.
Espiritismo na Arte
Léon Denis
SAPATILHA ESPÍRITA
“... Sim, certamente o Espiritismo abre á arte um campo novo, imenso e ainda inexplorado; e quando o artista reproduzir o mundo espírita com convicção, haurirá nessa fonte as mais sublimes inspirações, e o seu nome viverá nos séculos futuros, porque às preocupações materiais e efêmeras da vida presente, substituirá o estudo da vida futura e eterna da alma.”
Allan Kardec
quarta-feira, 10 de dezembro de 2008
Fala ao artista espírita
Para ser um artista espírita não basta só trabalhar com o conteúdo espírita cristão, mas implica sobretudo aplicar esse conteúdo em si mesmo. O Evangelho diz que a boca fala do que está cheio o coração. No coração do artista espírita deve estar o evangelho. Quão belas não serão as obras artísticas de um coração repleto de disciplina e de caridade. E como nos disse São Paulo: "A caridade é paciente, é benigna; a caridade não é invejosa, não se ensoberbece, não é ambiciosa, não busca os seus próprios interesses... tudo tolera, tudo crê, tudo espera, tudo sofre."
Irmão, tua responsabilidade é tua postura. Tua sintonia, é tua missão. Renove os quadros mentais de tua alma para neles esculpir tua obra de arte. Renova a qualidade de teus sentimentos para neles colher as novas sinfonias de Amor.
Leonardo Da Vinci não tirou as suas obras do nada, ele as colheu das infinitas criações mentais que emitia em profusão ao seu redor. Ludwig Van Beethoven produziu suas obras da jardinagem dos séculos, e gerou sinfonias a partir das infinitas harmonias produzidas por seus sentimentos.
O artista espírita tem como compromisso e responsabilidade tornar-se antes de tudo artífice de seus pensamentos e sentimentos.
Pintai obras de arte em vossos quadros mentais. Produzi com vossos sentimentos sinfonias de amor, harmonia e bondade. Elevemos nossa sintonia a altura de quem buscamos. Busquemos ser artistas do Cristo, Artistas do Pai, Médiuns do palco.
Esqueçamos nossas tolas vaidades, e despojados de nosso amor próprio subamos em direção ao Pai. Ampliemos nossa vibração, e como médiuns do amor possamos brilhar a nossa luz, somada a de muitos da espiritualidade maior. Luz essa a ser refletida em toda platéia.
A obrigação primeira de um artista espírita é fazer de sua vida uma obra de harmonia e beleza. "Buscai primeiro o reino de Deus e tudo o mais vos será dado em acréscimo."
Mas aquele que percorrer esse caminho encontrará flores sem conta, não as palmas da humanidade, mas o apoio e sustentação dos amigos espirituais que distribuem a mancheia sua luz.
Temos que nos tornar campos fecundos a profusão das sementes daqueles que nos inspiram. Este campo tem que estar pronto para a árvore crescer.
O Artista Espírita tem como código de conduta o Evangelho de Jesus.
Como já vos foi dito, a mostra é pura luz. É um fluxo energético de luz pulsante que é emanada por todo aquele que tem como propósito máter divulgar os postulados de Jesus, fundamentado na codificação de Kardec.
As vibrações que emanam dos irmãos que se propõem a realizar de fato um ato de criação dentro da arte, já os envolvem imediatamente neste dínamo gerador de energias.
A beleza da arte está na simplicidade e na pureza de quem trabalha com ela. O traço tremulo de um pincel, o passo incerto das sapatilhas, a pena afoita do poeta, o acorde frágil do músico e a inexperiência do ator, são infinitamente brindados e amparados por todo o plano superior que na grande maioria das vezes nos é invisível mas está sempre ativo. Amigos, estes são os nossos artistas, é essa a energia que buscamos. A conquista estética das grandes produções deve antes ser burilada, e vem depois da conquista da pureza e da simplicidade de cada um.
Nossas portas se destrancam, nossas cortinas se abrem e nossos corações pulsam de alegria. Queremos ver nossos amigos juntos, criando, gerando. É a arte espírita cuja responsabilidade pousa nos ombros de cada um de nós. Adentrai o palco, trazei vossa luz, trazei vossa arte, vossos temas espíritas. A codificação é eloquente e rica, não precisamos de inspiração fora dela, nossos trabalhadores são os artistas de Jesus, não precisamos de mãos externas, essas mãos irão se juntar às nossas, porém no momento oportuno.
Vamos vibrar para que nossa pequenina luz ainda que fosca, possa se unir à do irmão da outra casa espírita. Surgirá daí o verdadeiro contexto da união, alicerçado primeiro no trabalho lado a lado nos "palcos" da vida. Vamos arejar nossas casas mentais e manter nossos canais limpos, para que através dos atributos básicos que nós espíritos temos e que são o Pensamento e a Vontade, possamos conduzir esta "grande família unida" A CAMINHO DA LUZ.
Evangelização de Espíritos- Núcleo Santos/SP
Irmão, tua responsabilidade é tua postura. Tua sintonia, é tua missão. Renove os quadros mentais de tua alma para neles esculpir tua obra de arte. Renova a qualidade de teus sentimentos para neles colher as novas sinfonias de Amor.
Leonardo Da Vinci não tirou as suas obras do nada, ele as colheu das infinitas criações mentais que emitia em profusão ao seu redor. Ludwig Van Beethoven produziu suas obras da jardinagem dos séculos, e gerou sinfonias a partir das infinitas harmonias produzidas por seus sentimentos.
O artista espírita tem como compromisso e responsabilidade tornar-se antes de tudo artífice de seus pensamentos e sentimentos.
Pintai obras de arte em vossos quadros mentais. Produzi com vossos sentimentos sinfonias de amor, harmonia e bondade. Elevemos nossa sintonia a altura de quem buscamos. Busquemos ser artistas do Cristo, Artistas do Pai, Médiuns do palco.
Esqueçamos nossas tolas vaidades, e despojados de nosso amor próprio subamos em direção ao Pai. Ampliemos nossa vibração, e como médiuns do amor possamos brilhar a nossa luz, somada a de muitos da espiritualidade maior. Luz essa a ser refletida em toda platéia.
A obrigação primeira de um artista espírita é fazer de sua vida uma obra de harmonia e beleza. "Buscai primeiro o reino de Deus e tudo o mais vos será dado em acréscimo."
Mas aquele que percorrer esse caminho encontrará flores sem conta, não as palmas da humanidade, mas o apoio e sustentação dos amigos espirituais que distribuem a mancheia sua luz.
Temos que nos tornar campos fecundos a profusão das sementes daqueles que nos inspiram. Este campo tem que estar pronto para a árvore crescer.
O Artista Espírita tem como código de conduta o Evangelho de Jesus.
Como já vos foi dito, a mostra é pura luz. É um fluxo energético de luz pulsante que é emanada por todo aquele que tem como propósito máter divulgar os postulados de Jesus, fundamentado na codificação de Kardec.
As vibrações que emanam dos irmãos que se propõem a realizar de fato um ato de criação dentro da arte, já os envolvem imediatamente neste dínamo gerador de energias.
A beleza da arte está na simplicidade e na pureza de quem trabalha com ela. O traço tremulo de um pincel, o passo incerto das sapatilhas, a pena afoita do poeta, o acorde frágil do músico e a inexperiência do ator, são infinitamente brindados e amparados por todo o plano superior que na grande maioria das vezes nos é invisível mas está sempre ativo. Amigos, estes são os nossos artistas, é essa a energia que buscamos. A conquista estética das grandes produções deve antes ser burilada, e vem depois da conquista da pureza e da simplicidade de cada um.
Nossas portas se destrancam, nossas cortinas se abrem e nossos corações pulsam de alegria. Queremos ver nossos amigos juntos, criando, gerando. É a arte espírita cuja responsabilidade pousa nos ombros de cada um de nós. Adentrai o palco, trazei vossa luz, trazei vossa arte, vossos temas espíritas. A codificação é eloquente e rica, não precisamos de inspiração fora dela, nossos trabalhadores são os artistas de Jesus, não precisamos de mãos externas, essas mãos irão se juntar às nossas, porém no momento oportuno.
Vamos vibrar para que nossa pequenina luz ainda que fosca, possa se unir à do irmão da outra casa espírita. Surgirá daí o verdadeiro contexto da união, alicerçado primeiro no trabalho lado a lado nos "palcos" da vida. Vamos arejar nossas casas mentais e manter nossos canais limpos, para que através dos atributos básicos que nós espíritos temos e que são o Pensamento e a Vontade, possamos conduzir esta "grande família unida" A CAMINHO DA LUZ.
Evangelização de Espíritos- Núcleo Santos/SP
Arte espírita, arte!
Limitado seria eu, se te inserisse apenas na arte com temática espírita, ou na arte ditada pelos espíritos "desencarnados", na arte da nova era, na ferramenta de divulgação da doutrina, ou naquela que é poderosíssima para educar. Limitado seria ainda meu raciocínio se tentasse te enquadrar limitando-te a estilos, modas ou períodos.
Na educação seria onde grande aproveitamento terias, mas é algo além disso.
Arte espírita é a arte do amor. Do saber doar, do saber amar.
É esta arte que vai te modificar interiormente, pois se queres expressar o belo com dignidade e verdade, tens que ser belo interiormente, dignamente e verdadeiramente.
Esta arte projeta-se para apenas uma pessoa do público: Jesus.
Recebe como pagamento apenas uma moeda: evolução do ser. Inicia-se quando tu foste criado e tem como ato final, chegar ao Pai.
Teatro Espírita é aquele realizado por um grupo que sabe que o único diretor é Jesus, seu elenco somos nós e suas diretrizes estão no Evangelho.
Música Espírita é aquela em que a harmonia está compassada com o pulsar do coração de Jesus.
Poesia Espírita banha-se em rimas ditadas pelo amor do Cristo.
Pintura Espírita forja-se nos alicerces multicolores da existência do Mestre.
Não procuramos formas, mas a forma exata de expressar nossos sentimentos.
Serás bela quando meus sentimentos forem belos. Serás simples quanto mais simples e humilde buscares tua evolução.
Retratarás em quadros belos, tua transformação interior, soarás em canções sublimes quando o amor ecoar em teu coração, falarás em prosa quando em teu peito rimarem as palavras de Jesus, e representarás tua realidade quando encontrar-te em evolução constante no palco que levar ao Pai.
Fazer arte espírita afasta a platéia dos interessados e atrai a dos que te ama e te compreende. Vê no sorriso de uma criança o reconhecimento, e não nos elogios frígidos. Carrega no peito a arte do amor, a arte da evolução.
Compreender o estágio em que te encontras e planejar vôo a esferas maiores será o tema da tua arte interior.
Serás artista da luz quando clareares o porvir do teu irmão.
Serás artista do amor, quando amares plenamente a toda humanidade.
Serás artista em plenitude quando conheceres a ti mesmo, explorares tuas potencialidades e direcioná-las no caminho da tua renovação.
Inspiração não vem só dos que teus olhos vêem. Vem do íntimo de cada ser. Expressar o que tu és.
Podes mascarar nas noites de teatro, mas ao deitares, todos conhecerão tua arte. Se foi nobre ou digna, não será a platéia que te assistiu que saberá dizer, mas serás tu em conversa com o Criador que poderás avaliar.
Busca-te. Interioriza-te. Conhece-te. Ama-te. Busque o próximo.
Interage com o próximo. Conheça o próximo. Ame o próximo. Evoluam juntos.
Arte, se és ferramenta, abre meu peito como um machado, explora meus sentimentos como um buril, corrige meus erros como uma lima, corrige áreas pontiagudas, articula-me melhor como uma graxa faz com os rolamentos, prega em meu peito conceito firmes com o martelo do conhecimento, tira de dentro de mim as formas negativas como uma serra separa o útil do inútil. Concerta meu querer com as chaves da transformação.
Arte, se és ferramenta, sou tua peça. Dá nova forma a meu ser.
Sirvo-te, serve-me. Transformar-me-ei.
Evangelização de Espíritos
Núcleo Santos
Na educação seria onde grande aproveitamento terias, mas é algo além disso.
Arte espírita é a arte do amor. Do saber doar, do saber amar.
É esta arte que vai te modificar interiormente, pois se queres expressar o belo com dignidade e verdade, tens que ser belo interiormente, dignamente e verdadeiramente.
Esta arte projeta-se para apenas uma pessoa do público: Jesus.
Recebe como pagamento apenas uma moeda: evolução do ser. Inicia-se quando tu foste criado e tem como ato final, chegar ao Pai.
Teatro Espírita é aquele realizado por um grupo que sabe que o único diretor é Jesus, seu elenco somos nós e suas diretrizes estão no Evangelho.
Música Espírita é aquela em que a harmonia está compassada com o pulsar do coração de Jesus.
Poesia Espírita banha-se em rimas ditadas pelo amor do Cristo.
Pintura Espírita forja-se nos alicerces multicolores da existência do Mestre.
Não procuramos formas, mas a forma exata de expressar nossos sentimentos.
Serás bela quando meus sentimentos forem belos. Serás simples quanto mais simples e humilde buscares tua evolução.
Retratarás em quadros belos, tua transformação interior, soarás em canções sublimes quando o amor ecoar em teu coração, falarás em prosa quando em teu peito rimarem as palavras de Jesus, e representarás tua realidade quando encontrar-te em evolução constante no palco que levar ao Pai.
Fazer arte espírita afasta a platéia dos interessados e atrai a dos que te ama e te compreende. Vê no sorriso de uma criança o reconhecimento, e não nos elogios frígidos. Carrega no peito a arte do amor, a arte da evolução.
Compreender o estágio em que te encontras e planejar vôo a esferas maiores será o tema da tua arte interior.
Serás artista da luz quando clareares o porvir do teu irmão.
Serás artista do amor, quando amares plenamente a toda humanidade.
Serás artista em plenitude quando conheceres a ti mesmo, explorares tuas potencialidades e direcioná-las no caminho da tua renovação.
Inspiração não vem só dos que teus olhos vêem. Vem do íntimo de cada ser. Expressar o que tu és.
Podes mascarar nas noites de teatro, mas ao deitares, todos conhecerão tua arte. Se foi nobre ou digna, não será a platéia que te assistiu que saberá dizer, mas serás tu em conversa com o Criador que poderás avaliar.
Busca-te. Interioriza-te. Conhece-te. Ama-te. Busque o próximo.
Interage com o próximo. Conheça o próximo. Ame o próximo. Evoluam juntos.
Arte, se és ferramenta, abre meu peito como um machado, explora meus sentimentos como um buril, corrige meus erros como uma lima, corrige áreas pontiagudas, articula-me melhor como uma graxa faz com os rolamentos, prega em meu peito conceito firmes com o martelo do conhecimento, tira de dentro de mim as formas negativas como uma serra separa o útil do inútil. Concerta meu querer com as chaves da transformação.
Arte, se és ferramenta, sou tua peça. Dá nova forma a meu ser.
Sirvo-te, serve-me. Transformar-me-ei.
Evangelização de Espíritos
Núcleo Santos
Fala ao artista espírita
Para ser um artista espírita não basta só trabalhar com o conteúdo espírita cristão, mas implica sobretudo aplicar esse conteúdo em si mesmo. O Evangelho diz que a boca fala do que está cheio o coração. No coração do artista espírita deve estar o evangelho. Quão belas não serão as obras artísticas de um coração repleto de disciplina e de caridade. E como nos disse São Paulo: "A caridade é paciente, é benigna; a caridade não é invejosa, não se ensoberbece, não é ambiciosa, não busca os seus próprios interesses... tudo tolera, tudo crê, tudo espera, tudo sofre."
Irmão, tua responsabilidade é tua postura. Tua sintonia, é tua missão. Renove os quadros mentais de tua alma para neles esculpir tua obra de arte. Renova a qualidade de teus sentimentos para neles colher as novas sinfonias de Amor.
Leonardo Da Vinci não tirou as suas obras do nada, ele as colheu das infinitas criações mentais que emitia em profusão ao seu redor. Ludwig Van Beethoven produziu suas obras da jardinagem dos séculos, e gerou sinfonias a partir das infinitas harmonias produzidas por seus sentimentos.
O artista espírita tem como compromisso e responsabilidade tornar-se antes de tudo artífice de seus pensamentos e sentimentos.
Pintai obras de arte em vossos quadros mentais. Produzi com vossos sentimentos sinfonias de amor, harmonia e bondade. Elevemos nossa sintonia a altura de quem buscamos. Busquemos ser artistas do Cristo, Artistas do Pai, Médiuns do palco.
Esqueçamos nossas tolas vaidades, e despojados de nosso amor próprio subamos em direção ao Pai. Ampliemos nossa vibração, e como médiuns do amor possamos brilhar a nossa luz, somada a de muitos da espiritualidade maior. Luz essa a ser refletida em toda platéia.
A obrigação primeira de um artista espírita é fazer de sua vida uma obra de harmonia e beleza. "Buscai primeiro o reino de Deus e tudo o mais vos será dado em acréscimo."
Mas aquele que percorrer esse caminho encontrará flores sem conta, não as palmas da humanidade, mas o apoio e sustentação dos amigos espirituais que distribuem a mancheia sua luz.
Temos que nos tornar campos fecundos a profusão das sementes daqueles que nos inspiram. Este campo tem que estar pronto para a árvore crescer.
O Artista Espírita tem como código de conduta o Evangelho de Jesus.
Como já vos foi dito, a mostra é pura luz. É um fluxo energético de luz pulsante que é emanada por todo aquele que tem como propósito máter divulgar os postulados de Jesus, fundamentado na codificação de Kardec.
As vibrações que emanam dos irmãos que se propõem a realizar de fato um ato de criação dentro da arte, já os envolvem imediatamente neste dínamo gerador de energias.
A beleza da arte está na simplicidade e na pureza de quem trabalha com ela. O traço tremulo de um pincel, o passo incerto das sapatilhas, a pena afoita do poeta, o acorde frágil do músico e a inexperiência do ator, são infinitamente brindados e amparados por todo o plano superior que na grande maioria das vezes nos é invisível mas está sempre ativo. Amigos, estes são os nossos artistas, é essa a energia que buscamos. A conquista estética das grandes produções deve antes ser burilada, e vem depois da conquista da pureza e da simplicidade de cada um.
Nossas portas se destrancam, nossas cortinas se abrem e nossos corações pulsam de alegria. Queremos ver nossos amigos juntos, criando, gerando. É a arte espírita cuja responsabilidade pousa nos ombros de cada um de nós. Adentrai o palco, trazei vossa luz, trazei vossa arte, vossos temas espíritas. A codificação é eloquente e rica, não precisamos de inspiração fora dela, nossos trabalhadores são os artistas de Jesus, não precisamos de mãos externas, essas mãos irão se juntar às nossas, porém no momento oportuno.
Vamos vibrar para que nossa pequenina luz ainda que fosca, possa se unir à do irmão da outra casa espírita. Surgirá daí o verdadeiro contexto da união, alicerçado primeiro no trabalho lado a lado nos "palcos" da vida. Vamos arejar nossas casas mentais e manter nossos canais limpos, para que através dos atributos básicos que nós espíritos temos e que são o Pensamento e a Vontade, possamos conduzir esta "grande família unida" A CAMINHO DA LUZ.
Evangelização de Espíritos- Núcleo Santos
Irmão, tua responsabilidade é tua postura. Tua sintonia, é tua missão. Renove os quadros mentais de tua alma para neles esculpir tua obra de arte. Renova a qualidade de teus sentimentos para neles colher as novas sinfonias de Amor.
Leonardo Da Vinci não tirou as suas obras do nada, ele as colheu das infinitas criações mentais que emitia em profusão ao seu redor. Ludwig Van Beethoven produziu suas obras da jardinagem dos séculos, e gerou sinfonias a partir das infinitas harmonias produzidas por seus sentimentos.
O artista espírita tem como compromisso e responsabilidade tornar-se antes de tudo artífice de seus pensamentos e sentimentos.
Pintai obras de arte em vossos quadros mentais. Produzi com vossos sentimentos sinfonias de amor, harmonia e bondade. Elevemos nossa sintonia a altura de quem buscamos. Busquemos ser artistas do Cristo, Artistas do Pai, Médiuns do palco.
Esqueçamos nossas tolas vaidades, e despojados de nosso amor próprio subamos em direção ao Pai. Ampliemos nossa vibração, e como médiuns do amor possamos brilhar a nossa luz, somada a de muitos da espiritualidade maior. Luz essa a ser refletida em toda platéia.
A obrigação primeira de um artista espírita é fazer de sua vida uma obra de harmonia e beleza. "Buscai primeiro o reino de Deus e tudo o mais vos será dado em acréscimo."
Mas aquele que percorrer esse caminho encontrará flores sem conta, não as palmas da humanidade, mas o apoio e sustentação dos amigos espirituais que distribuem a mancheia sua luz.
Temos que nos tornar campos fecundos a profusão das sementes daqueles que nos inspiram. Este campo tem que estar pronto para a árvore crescer.
O Artista Espírita tem como código de conduta o Evangelho de Jesus.
Como já vos foi dito, a mostra é pura luz. É um fluxo energético de luz pulsante que é emanada por todo aquele que tem como propósito máter divulgar os postulados de Jesus, fundamentado na codificação de Kardec.
As vibrações que emanam dos irmãos que se propõem a realizar de fato um ato de criação dentro da arte, já os envolvem imediatamente neste dínamo gerador de energias.
A beleza da arte está na simplicidade e na pureza de quem trabalha com ela. O traço tremulo de um pincel, o passo incerto das sapatilhas, a pena afoita do poeta, o acorde frágil do músico e a inexperiência do ator, são infinitamente brindados e amparados por todo o plano superior que na grande maioria das vezes nos é invisível mas está sempre ativo. Amigos, estes são os nossos artistas, é essa a energia que buscamos. A conquista estética das grandes produções deve antes ser burilada, e vem depois da conquista da pureza e da simplicidade de cada um.
Nossas portas se destrancam, nossas cortinas se abrem e nossos corações pulsam de alegria. Queremos ver nossos amigos juntos, criando, gerando. É a arte espírita cuja responsabilidade pousa nos ombros de cada um de nós. Adentrai o palco, trazei vossa luz, trazei vossa arte, vossos temas espíritas. A codificação é eloquente e rica, não precisamos de inspiração fora dela, nossos trabalhadores são os artistas de Jesus, não precisamos de mãos externas, essas mãos irão se juntar às nossas, porém no momento oportuno.
Vamos vibrar para que nossa pequenina luz ainda que fosca, possa se unir à do irmão da outra casa espírita. Surgirá daí o verdadeiro contexto da união, alicerçado primeiro no trabalho lado a lado nos "palcos" da vida. Vamos arejar nossas casas mentais e manter nossos canais limpos, para que através dos atributos básicos que nós espíritos temos e que são o Pensamento e a Vontade, possamos conduzir esta "grande família unida" A CAMINHO DA LUZ.
Evangelização de Espíritos- Núcleo Santos
Dança

Danço.
Não apenas por dançar, mas por sentir em cada partícula do meu corpo uma música que nunca pára. Uma música que surge dentro de mim.
Cada vez que penso em dança;
Meu corpo ganha uma vida exuberante
Um brilho que nenhum ser humano têm
Minhas mãos falam várias línguas que todos conseguem entender
Meus pés ganham vida como se dançassem sós
Meu corpo grita todas as palavras do meu espírito
Como se eu nunca tivesse falado
Isso é dançar
Isso é viver a dança.
Não apenas por dançar, mas por sentir em cada partícula do meu corpo uma música que nunca pára. Uma música que surge dentro de mim.
Cada vez que penso em dança;
Meu corpo ganha uma vida exuberante
Um brilho que nenhum ser humano têm
Minhas mãos falam várias línguas que todos conseguem entender
Meus pés ganham vida como se dançassem sós
Meu corpo grita todas as palavras do meu espírito
Como se eu nunca tivesse falado
Isso é dançar
Isso é viver a dança.
Perante a Arte
Colaborar na cristianização da arte, sempre que se lhe apresentar ocasião.
A arte deve ser o Belo criando o Bom.
Repelir, sem crítica azeda, as expressões artísticas torturadas que exaltem a animalidade ou a extravagância.
O trabalho artístico que trai a Natureza nega a si próprio.
Burilar incansavelmente as obras artísticas de qualquer gênero.
Melhoria buscada, perfeição entrevista.
Preferir as composições artísticas de feitura espírita integral, preservando-se a pureza doutrinária.
A arte enobrecida estende o poder do amor.
Examinar com antecedência as apresentações artísticas para as reuniões festivas nos arraiais espíritas, dosando-as e localizando-as segundo as condições das assembléias a que se destinem.
A apresentação artística é como o ensinamento: deve observar condições e lugar.
Conduta Espírita
Francisco C. Xavier e Waldo Vieira – André Luiz
A arte deve ser o Belo criando o Bom.
Repelir, sem crítica azeda, as expressões artísticas torturadas que exaltem a animalidade ou a extravagância.
O trabalho artístico que trai a Natureza nega a si próprio.
Burilar incansavelmente as obras artísticas de qualquer gênero.
Melhoria buscada, perfeição entrevista.
Preferir as composições artísticas de feitura espírita integral, preservando-se a pureza doutrinária.
A arte enobrecida estende o poder do amor.
Examinar com antecedência as apresentações artísticas para as reuniões festivas nos arraiais espíritas, dosando-as e localizando-as segundo as condições das assembléias a que se destinem.
A apresentação artística é como o ensinamento: deve observar condições e lugar.
Conduta Espírita
Francisco C. Xavier e Waldo Vieira – André Luiz
Cultura do espírito
A cultura do Espírito é a cultura da luz, da paz, do amor!A cultura do Espírito é a expressão sublime de seres evolvidos a Deus!Na cultura do Espírito o saber é pautado na verdade. É pautado na libertação e não na dominação.Cultura é o produto dos processos vivenciais de um povo. Povo é um conjunto de seres que dividem as oportunidades, ocupando um mesmo espaço/tempo.Na contemporaneidade vive-se cultura, no passado apreende-se cultura, no futuro constrói-se cultura.Cultura é o modo de fazer, é o modo de ver, é o modo de pensar e faz o modo de ser!Assim, imaginemos o que é a cultura do Espírito!É o modo de fazer o bem, é o modo de ver a Deus, é o modo de pensar a verdade e faz o modo de Ser Amor, Ser Luz!Implanta-se na Terra a nova Revolução Cultural! É o processo de implantação da cultura do Espírito.Na Ciência, buscar a Deus!Na Música, cantar Deus!Na Pintura, pintar Deus!Na Literatura, escrever Deus!Na Escultura, esculpir Deus!No Teatro, encenar Deus!Na Educação, ensinar e aprender Deus!Os objetivos convergem para a luz, direcionam para o bem!Conhecimentos novos sensibilizam, imagens elevadas se criam, sons harmoniosos envolvem, traços definidos despertam, contornos cheios de beleza elevam, palavras no bem articuladas educam, cenas de verdade ensinam, evangelizam!Momentos elevados da expressão do Espírito, construídos na vontade de encontrar a Deus, libertam e engrandecem o homem!Veículos de comunicação traduzem nossas conquistas de luzes! Cores, sons, vibrações harmoniosas sintonizadas com o alto envolvem a Terra! O homem se regenerou!É hora de brilhar!Edifiquemos a Cultura do Espírito, renovando sentimentos e pensamentos!Abrilhantando-nos! Refletindo as luzes do Pai!Busquemos com ardor edificar luzes em nós para edificarmos luzes na Terra!Preparemos o terreno para os cientistas do amor, os músicos da harmonia, os pintores da vida, os escultores da luz, os poetas do céu, os atores da verdade, os educadores da paz!Plantemos as bases da cultura do Espírito na terra, despertando consciências com amor e verdade!É hora de Ser! Em minha imagem a luz do Criador, enfim a meta é Ser Amor!
Assinar:
Postagens (Atom)